domingo, 26 de agosto de 2007

Avante, Paranga!

Assim como é difícil para um torcedor vestir a camisa de seu time quando este perde; assim como é chato falar de um jogo cujo resultado nos entristece; assim como é duro sorrir quando as coisas não dão certo, é desolador escrever sob o impacto da derrota. Aliás, seria mais fácil não escrever nada, ignorar o que aconteceu. E o que aconteceu foi o seguinte: o Paranga, pela primeira vez num mata-mata, perdeu. Foi eliminado nas semifinais do Simonini por 4 a 3. Num jogo duro, vibrante, disputado, a equipe não repetiu o brilho de outras oportunidades e, no fim, sucumbiu diante do Boca. Eles foram melhores. Dessa vez, não deu.
Contudo, assim como o verdadeiro torcedor põe a camisa do seu time na derrota; assim como os grandes jogadores refletem, sim, sobre um resultado adverso - até para tentar evitar outros; assim como as pessoas de alma simples encontram motivos para sorrir quando tudo está perdido, eu escrevo.
Ninguém gosta de perder. Fica um gosto amargo, a sensação de que poderíamos ter feito melhor, uma culpa sem sentido... Mas de tudo fica algo positivo. Não se trata apenas de "ver o lado bom da coisa", e sim de constatar uma verdade: O Paranga uniu nossa vila. Por isso, vencemos. Costela, Gilson, Léo, Lucas, Leandro, Buyah, Anderson, e Edvan, vocês representaram. Podemos todos cantar com sinceridade os versos do hino:
"Nascido em 2006/Predestinado a ser campeão/Parangaricotirimirruaro/Agora mora no meu coração..." Avante, Paranga! Rumo ao tricampeonato do Justino!

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